Iluminação da Casa Real Portuguesa. Os Candeeiros do Palácio Nacional da Ajuda


Iluminação da Casa Real Portuguesa. Os Candeeiros do Palácio Nacional da Ajuda

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Lançado a 11.10.2018 no Palácio Nacional da Ajuda (Lisboa). Apresentado por José Alberto Ribeiro.

Iluminação da Casa Real Portuguesa. Os Candeeiros do Palácio Nacional da Ajuda  de António Cota Fevereiro

Colecção PATRIMÓNIO, n. 3

ISBN: 978-989-99912-7-9

Prefácio: José Alberto Ribeiro (Director do Palácio Nacional da Ajuda)

Edição: 10-2018

Editor: MAZU PRESS

Idioma: Português

Formato: 15 x 23 cm

Páginas:192

Ilustrações: 95

Apoio: Fundação da Casa de Bragança

Ref. PAT.3

 

SINOPSE

No final do século XVIII desenvolveram-se sofisticados mecanismos em torno da iluminação a óleo vegetal. Estes foram os primeiros passos para o rápido desenvolvimento deste tipo de luminosidade, posteriormente seguido pelo gás, petróleo e eletricidade. Estes sistemas com intensidade de luz superior às tradicionais alteraram hábitos e vivências no interior da habitação. Esta evolução está patente no acervo de luminária do Palácio Nacional da Ajuda, sendo alguns exemplares de importantes manufaturas europeias e americanas, relevantes para a história da iluminação e do design. Mas é sobretudo um espólio único no mundo por ter pertencido a uma casa reinante europeia, por estar quase completo, pela qualidade diversificada dos exemplares e por expressarem os grandes avanços tecnológicos do século XIX, entre outras particularidades.

Este livro é um detalhado e pioneiro estudo sobre os sistemas de iluminação - novecentistas, a óleo vegetal, petróleo, etc. - da Casa Real Portuguesa. O autor começa por apresentar as inovações tecnológicas do século XIX, para depois conduzir o leitor numa rebuscada visita ao rico espólio do Palácio Nacional da Ajuda. É uma oportunidade de excelência para conhecer as peças não expostas desta colecção do Património Português.

 

O AUTOR

António Cota Fevereiro (n. 1978) é arquiteto e investigador. É mestre em arquitetura pela Universidade Lusíada de Lisboa, onde defendeu em 2011 a tese Álvaro Augusto Machado, José António Jorge Pinto e o Movimento Arte Nova em Portugal.

Tem vindo a desenvolver trabalhos em torno da arquitetura do século XIX e início do século XX, dedicando-se, em particular, ao estudo da volumetria e da espacialidade da Arte Nova portuguesa, da azulejaria e das artes decorativas. Em torno destes trabalhos enveredou pelo levantamento de biografias, complementando assim lacunas e notas biográficas de projetistas, de artistas e de individualidades relevantes para a história da arte em Portugal. Recentemente dedicou-se à biografia e à arquitetura de estrangeiros na ilha de São Miguel, no século XVIII e início do século XIX, que estiveram ligados ao comércio da laranja. Nestes trabalhos tem levantado documentação inédita e que tem vindo a ser publicada em vários artigos.

No ano de 2015 deu início ao estudo aprofundado dos candeeiros da Casa Real, cujo primeiro resultado agora se dá à estampa. O trabalho ainda está em curso, sendo o tema da tese de doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

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