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Arqueologia Contemporânea em Portugal – Séculos XIX e XX

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Arqueologia Contemporânea em Portugal – Séculos XIX e XX de Tânia Manuel Casimiro e João Luís Sequeira (coord.)

Autores: Adolfo Miguel Martins, Afonso Leão, Alexandre Monteiro, Ana Beatriz Reis, Carla Devesa Rodrigues, Flávio Biscaia, Jéssica Roque, João Gonçalves Araújo, João Luís Sequeira, José Luís Neto, José Pedro Henriques, Luís Barros, Luís Borges, Magda Peres, Márcio Martingil, Marta Capote, N’zinga Oliveira, Pedro Parreira, Rafael Sousa, Tânia Manuel Casimiro, Vanessa Filipe.

​Colecção HISTÓRIA, n. 2

ISBN: 978-989-54519-6-8

Editor: MAZU PRESS

Edição: 7-2020

Idioma: Português

Formato: 15 x 23 cm

Páginas: 164

Ilustrações: 50; Tabelas: 3

Ref. HIST.2

 

SINOPSE

O conceito de Arqueologia Contemporânea, relativo ao estudo de contextos arqueológicos dos séculos XIX e XX, é uma concepção recente em Portugal. Esta nova abordagem carece de publicações que abordem a temática e promovam o debate entre investigadores. 
O presente livro reúne o trabalho desenvolvido por cerca de duas dezenas de arqueólogos em seis diferentes contextos arqueológicos contemporâneos, alvo de intervenções científicas ou no âmbito de obras de construção, em várias zonas do país.

 

ÍNDICE / AUTORES

1. Um possível falanstério açoriano. O povoado da Achada, em Angra do Heroísmo
Carla Devesa Rodrigues, José Luís Neto, Luís Borges, Magda Peres e Pedro Parreira

2. Comunidade e identidade marítima. Uma aldeia de pescadores na Península de Tróia nos finais do século XIX
Tânia Casimiro, Flávio Biscaia, Adolfo Miguel Martins, Alexandre Monteiro

3. Fancy a drink? As garrafas da Rua do Salitre e o consumo de água e gin em Lisboa no século XIX
Afonso Leão, Rafael Sousa, Márcio Martingil e Vanessa Filipe

4. Uma (pequena) janela, aberta pela Arqueologia, sobre o quotidiano urbano micaelense de final de oitocentos (São Miguel, Açores)
João Gonçalves Araújo e N’zinga Oliveira

5. Uma lixeira contemporânea na Quinta do Almaraz em Almada e a importância da gestão dos lixos urbanos (1890-1910)
Marta Capote, João Luís Sequeira, Luís de Barros e Tânia Manuel Casimiro

6. A voz dos esquecidos. Evidências materiais de pobreza na cidade de Lisboa nos inícios do século XX
Ana Beatriz Reis, Jéssica Roque, José Pedro Henriques e Vanessa Filipe

 

AUTORES (por ordem alfabética)

- Adolfo Miguel Martins, University of Wales Trinity Saint David – Tem desenvolvido trabalho em arqueologia náutica e subaquática especialmente no âmbito da gestão do património pela DGPC e da investigação na Universidade Autónoma de Lisboa, no Instituto de Arqueologia e Paleociências, bem como a nível internacional em projetos como o ForSEAdiscovery Project. Desde 2019, que dirige, em co-colaboração, o Projeto Um Mergulho na História, financiado pelo Orçamento Participativo – Portugal.

- Afonso Leão – É licenciado em arqueologia pela NOVA FCSH, encontra-se actualmente a redigir tese de mestrado na mesma instituição sobre um ambiente doméstico com indícios de prostituição na Rua do Vale em Lisboa, entre os finais do século XIX e inícios do século XX. A nível profissional, em arqueologia, tem-se focado recentemente nas mais diversas temáticas dos séculos XIX e XX. No seu tempo livre dedica-se à mecânica de veículos clássicos de duas rodas.

- Alexandre Monteiro, Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa – É arqueólogo náutico e subaquático. Especializado em navios ibéricos da Idade Moderna, tem desenvolvido escavações e projectos de prospecção e investigação em Omã, Emirados Árabes Unidos, Uruguai, Cabo Verde, Moçambique, Madeira, Açores e Austrália. Co-coordena o projecto vencedor do Orçamento Participativo de Portugal 2018, Um Mergulho na História. É ainda activista no âmbito da luta contra a caça ao tesouro e a exploração comercial de naufrágios.

- Ana Beatriz Reis – É licenciada em Arqueologia pela NOVA FCSH onde se encontra a fazer mestrado sobre a transição cultural e material da Idade Moderna para a Idade Contemporânea através da Arqueologia.

- Carla Devesa Rodrigues, Museu de Angra do Heroísmo – É licenciada em História e pós-graduada em História e Arqueologia Medieval pela NOVA FCSH. Dedica-se, preferencialmente, ao estudo da Idade Média e história da alimentação. Coordenadora de vários projetos de investigação documental, arqueologia e museografia, deleita-se com boa literatura (com gatos enroscados no colo), com cinema, com música e com pintura, intervalados de boa teoria e prática gastronómica.

- Flávio Biscaia, LACPS-IPT – É Piloto de Linha Aérea, Comandante Sénior de Airbus A 320/321 NEO/LR, na empresa Azores Airlines, Examinador Sénior de Airbus A320/321 NEO/LR da ANAC. Pós-graduação em Arqueologia Subaquática do IPT, Curso de Arqueologia Subaquática da NAS e Curso Shipwrecks and Submerged Worlds da University of Southampton. É membro do CANAL - Centro de Arqueologia Náutica do Alentejo Litoral e integra a equipa do projecto Um Mergulho na História.

- Jéssica Roque – É licenciada em Arqueologia pela NOVA FCSH, onde se encontra a fazer mestrado. Devido ao seu interesse generalizado pela prática arqueológica, ainda não decidiu a sua área de especialização embora a Arqueologia Contemporânea é uma possibilidade que gostaria de explorar.

- João Gonçalves Araújo, CHAM - Centro de Humanidades, FCSH/NOVA-UAc; Associação Cultural HistóriaSábias: Património Cultural, Artístico e Arqueológico – Licenciou-se em Arqueologia na FLUL, tendo concluído o mestrado na mesma instituição. Desde 2015 desenvolve investigação arqueológica no arquipélago dos Açores, aprofundando-a no estudo da cerâmica arqueológica nas ilhas (séculos XV-XX), quer no processo de produção e consumo de cerâmica local, quer nas dinâmicas de comércio e consumo de cerâmica importada.

- João Luís Sequeira, Instituto de História Contemporânea, Universidade do Minho – Licenciado em Arqueologia na NOVA FCSH efectuou o mestrado na mesma instituição sobre a figura do Visconde da Junqueira e a importância que aquele teve na constituição da CUF em meados do século XIX, numa perspectiva arqueológica. Dedica-se sobretudo ao estudo das evidências arqueológicas associadas à industrialização nos séculos XIX e XX e à humanização dos espaços industriais obsoletos. Não vive sem música e é um gamer controlado nas horas vagas.

- José Luís Neto, Direção Regional da Cultura dos Açores – É arqueólogo nos Açores. Doutorado e mestre em arqueologia pela Universidad de Salamanca, mestre em património e museologia pela UAçores, pós-graduado em filosofia pela FLUL e licenciado em História pela NOVA FCSH. É autor de uma dezena de livros da especialidade e conta com mais de três centenas de artigos publicados nas áreas da história, arqueologia, património e museologia, para além de prémios UNESCO, European Heritage Label e outros.

- José Pedro Henriques, COTA 80.86, Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa – Licenciou-se em 2008 em Arqueologia pela NOVA FCSH e há mais de uma década que trabalha como arqueólogo em Lisboa em escavações e acompanhamentos arqueológicos, sendo funcionário da empresa COTA 80.86 desde 2016. Desenvolveu um interesse sobre o consumo de porcelana chinesa em Portugal entre os séculos XVI e XIX, com diversos trabalhos publicados sobre o assunto.

- Luís Barros, CHAIA-Universidade de Évora, Câmara Municipal de Almada – É licenciado em Arqueologia pela FLUL e arqueólogo da Câmara Municipal de Almada. Com mais de três décadas de experiência profissional foi o responsável por muitas das intervenções arqueológicas realizadas na cidade onde trabalha.

- Luís Borges, Direção Regional da Cultura dos Açores – Concluiu o Curso Técnico de Museografia Arqueológica em 2008 na escola ALSUD de Mértola, e atualmente frequenta a licenciatura em História na Universidade Aberta. Iniciou a carreira ligada ao património no Campo Arqueológico de Mértola em 2009, passando pelo Museu de Angra do Heroísmo, e, desde 2017, labora como técnico de arqueologia na Direção Regional da Cultura dos Açores. Nos tempos livres ganha artrites nos dedos como gamer e fortifica o pescoço ouvindo Heavy Metal.

- Magda Peres, Museu de Angra do Heroísmo – Concluiu o Curso Técnico de Assistente de Arqueólogo em 2009 na escola ALSUD em Mértola. Atualmente frequenta a licenciatura em História na Universidade Aberta. Em 2011 iniciou a sua carreira profissional no Museu de Angra do Heroísmo onde labora, até ao presente, como assistente técnica de museografia. Nas horas vagas gosta de ouvir Heavy Metal e fazer companhia aos seus três gatos. Adora tatuagens e esquisitices da Era Vitoriana.  

- Márcio Martingil, Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa – Licenciou-se em 2008 em Arqueologia NOVA FCSH. A sua actividade profissional passa sobretudo pela arqueologia empresarial na cidade de Lisboa com a participação e direcção de dezenas de intervenções arqueológicas desde a Pré-História à Idade Contemporânea, publicando com frequência esses dados.

- Marta Capote – É licenciada em Arqueologia, pela NOVA FCSH encontrando-se a realizar mestrado na mesma instituição. Ainda que com interesse generalizado no debate arqueológico nacional, sente que o que mais a fascina são os contextos portugueses além-fronteiras, tema que está a desenvolver no mestrado.

- N’zinga de Oliveira, CHAM – Centro de Humanidades, FCSH/NOVA-UAc; Associação Cultural HistóriaSábias: Património Cultural, Artístico e Arqueológico – Licenciada em História – Variante de Arqueologia pela NOVA FCSH, mestre em História Insular e Atlântica pela Universidade dos Açores e doutoranda em Ilhas Atlânticas: História, Património e Quadro Jurídico-Institucional pela Universidade dos Açores numa parceria com a Universidade da Madeira e a Universidade de Las Palmas de Gran Canaria e de La Laguna. Desenvolve projetos de intervenção arqueologia subaquática e terrestre, bem como consultoria na mesma área desde 2002.

- Pedro Parreira, Direção Regional da Cultura dos Açores – Nascido e criado nos Açores, licenciou-se em Arqueologia e História, pela Universidade de Coimbra, tendo seguido um percurso pela terra e mar de Portugal, de Bragança à ilha do Corvo. Aluno do mestrado de Património, Museologia e Desenvolvimento da Universidade dos Açores, é coautor de cerca de meia centena de artigos relacionados com o arquipélago dos Açores, sendo funcionário do Governo Regional dos Açores desde 2015.

- Rafael Sousa – Licenciou-se em arqueologia pela NOVA FCSH. Encontra-se actualmente a completar o mestrado na mesma instituição. Em arqueologia, tem especial gosto pela Baixa Idade Média, tendo vindo a desenvolver investigação na área de Leiria, local da sua residência. Nos seus tempos livres é vocalista na banda em crescente popularidade: Model Mother Tongue.

- Tânia Manuel Casimiro, Instituto História Contemporânea/Instituto de Arqueologia e Paleociências, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – Licenciou-se em 2003 em História, em 2004 em Arqueologia pela NOVA FCSH, concluindo em 2005 o mestrado em Artefact Studies na UCL. Tendo terminando o doutoramento em 2011 é actualmente investigadora na Universidade Nova de Lisboa. A sua grande área de especialização é a cultura material e, em especial, a sua distribuição mundial, participando em projectos de investigação em Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Brasil, Omã e Cabo Verde, entre outros países. Adora viajar e ler romances.

- Vanessa Filipe, COTA 80.86, Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa – Formou-se em 2008 em Arqueologia, pela NOVA FCSH e em 2012 terminou o mestrado em Arqueologia Medieval na mesma instituição. Desde então divide o seu tempo entre a arqueologia empresarial (sendo gerente da empresa COTA 80.86 desde 2014) e a investigação. Ainda que o período muçulmano continue a ser um dos seus temas recorrentes a variedade das descobertas arqueológicas que fez levaram-na a trabalhar desde o Neolítico ao século XX.

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