Arqueologia de Salvaguarda. Lei, Território e Desordem


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Arqueologia de Salvaguarda. Lei, Território e Desordem

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Lançado a 24.11.2018 na Livraria Ler Devagar (Lx Factory, Lisboa).

Arqueologia de Salvaguarda. Lei, Território e Desordem de Alexandre Sarrazola

ISBN: 978-989-99912-4-8

Prefácio: Maria Inês Martins

Edição: 11-2018

Editor: MAZU PRESS

Idioma: Português

Formato: 15 x 23 cm

Páginas: 82

 

SINOPSE

Na actual conjuntura nacional e europeia é fundamental assumir o desenvolvimento social e económico, na vertente em que este concerne à qualidade de vida das populações, focando especial atenção sobre o Património Cultural.

A aplicação do conceito de desenvolvimento sustentável no Presente, preparando as condições para a cidadania no Futuro, não pode deixar de se alicerçar numa construção plurifacetada do Passado, projectado na vida social sob a forma de memória colectiva.

Da moldura jurídica que enquadra a arqueologia da Salvaguarda ressalta louvável programa de intenções cuja real aplicação - na espuma dos dias - importa aferir.

Tal demanda é o mote deste ensaio.

 

O AUTOR

Alexandre Sarrazola é um dos mais distintos arqueólogos da sua geração e também um multifacetado e premiado escritor. Nasceu em Coimbra em 1970 e vive em Lisboa desde 1975.​

Licenciado em História-Variante de Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pós-graduado em Direito do Património Cultural pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Integra o quadro da ERA-Arqueologia SA onde desempenha funções de Coordenador de Projectos, desde 2000.

No exercício da sua profissão coordenou trabalhos arqueológicos em empreendimentos como o Sistema Multimunicipal de Saneamento da Ria de Aveiro, Plano de Renovação de Rede da EPAL, Infraestruturas da Lisboa Gás, Componente de Arqueologia do Projecto TGV, Construção do Parque de Estacionamento da Praça Dom Luís I, Sede da EDP e Museu de Arte Arquitectura e Tecnologia da Fundação EDP.

Tem integrado projectos de investigação como o do Povoado Tardo-Romano de Cacia/Aveiro no âmbito do Plano Nacional de Trabalhos Arqueológicos do Ministério da Cultura e, mais recentemente, no âmbito do Projecto Lisboa Ribeirinha, este a mote das descobertas de estruturas náuticas e navais de Época Moderna na margem direita do Tejo.

Coordenou os trabalhos de descoberta do Fundeadouro Romano de Olisipo que deram origem ao documentário homónimo estreado no Cinema São Jorge em 2016.

Participa em projectos de divulgação de temas de Arqueologia, História e Património Cultural.

Enquanto escritor é autor dos livros de poesia Thaumatrope (Averno, 2007), View-Master (Língua Morta, 2013), Fade Out (menção honrosa do Prémio Vasco Graça Moura da Imprensa Nacional Casa da Moeda, Colecção Plural, 2016) e de ficção Neófitos (com fotografias de Mafalda Capela; Averno, 2014), Um quarto na Pensão Beziehungswahn (em co-autoria com Mafalda Capela [fotografia]; Homem do Saco, 2014), Kinderszenen (Companhia das Ilhas, 2015), Tales For a Mermaid Queen (Hierro Lopes, 2018) e Smalloch (Companhia das Ilhas, 2018).

Colaborou com a RDP-Antena 2 em teatro radiofónico (Domingo), com a companhia Entrés de Jeux-Usina e com o Teatro Nacional de São João (Avercamp). Publicou as peças Domingo (edições moscaMorta, 2012), Retratinho de Guerra Junqueiro (edições moscaMorta, 2013) e adaptou para o palco O Som e a Fúria de William Faulkner (teatromosca, 2015).

Publica regularmente ficção e poesia em antologias colectivas desde 2006 (Assírio e Alvim, Averno, Nova Delphi, Jornal Público, Língua Morta, Bíblia, Cão Celeste, 3X3 Marginal e Cidade Nua). 

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