A Família Anjos. Modelo de Ascensão Social e Económica no Século XIX [EM PRÉ-VENDA]


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A Família Anjos. Modelo de Ascensão Social e Económica no Século XIX [EM PRÉ-VENDA]

48,00 €
45,00


2.ª edição aumentada disponível a 24.10.2019

Lançado a 24.3.2018 no Arquivo Histórico Municipal de Cascais. Apresentado por Pedro Neves - 1.ª edição, esgotada

A FAMÍLIA ANJOS. Modelo de Ascensão Social e Económica no Século XIX de Alexandra de Carvalho Antunes

Colecção HISTÓRIA, n. 1

2.ª ed. aumentada

Prefácio 1: Jorge Fernandes Alves

Prefácio 2: Pedro Neves

ISBN: 978-989-54519-0-6  [1.ª ed. 978-989-99912-2-4]

Edição: 11-2019 (2.ª ed.)  

Editor: MAZU PRESS

Idioma: Português

Formato: 15 x 23 cm

Páginas: 518

Ilustrações: 114, Tabelas: 35, Anexos: 27

Ref. HIST.1

 

SINOPSE

Este estudo pioneiro revela uma das mais importantes dinastias comerciais e industriais da segunda metade do século XIX em Portugal, abrange três gerações e percorre os anos de 1804 a 1909. Os membros das duas primeiras gerações nasceram na Sertã e migraram para Lisboa ainda antes da consolidação do Liberalismo. Da terceira geração fazem parte o Par do Reino Policarpo Pecquet Ferreira dos Anjos, seu irmão Carlos Anjos (precursor da urbanização do Monte Estoril) e seu primo conde de Fontalva (o irreverente Alfredo Anjos).

O ambiente é o lisboeta, sem nunca esquecer as origens humildes e rurais das duas primeiras gerações. A narrativa começa com dois irmãos nascidos, em 1777 e 1785, na aldeia de Cabeçudo no concelho da Sertã e termina, na primeira década do século XX, quando falece Policarpo José Lopes dos Anjos, o decano da família Anjos e que amiúde é confundido com o sobrinho homónimo acima referido.

Ao longo de centenas de páginas, de rigorosa análise, são reconstituídas biografias e desvendadas personalidades, sucessos e insucessos, opções individuais e familiares, os investimentos no comércio e na indústria de têxteis, nos interesses fundiários ou na banca, entre outros.

Obra fundamental para conhecer como se formaram algumas das grandes fortunas do século XIX e também o papel dos empresários no desenvolvimento social e económico do nosso país. 

Capítulos principais
I. Os Anjos do lugar do Cabeçudo, concelho da Sertã - reconstituição biográfica e esboço prosopográfico
II. O comércio com a África Ocidental e a indústria têxtil. Diversificação de interesses económicos
III. Modos de habitar, fortunas e legados

A AUTORA

Alexandra de Carvalho Antunes é doutorada em Arquitectura (Património Arquitectónico), pós-doutorada em História da Arquitectura e Património Cultural, pós-doutorada em Geociências (Materiais Históricos), mestre em Arte, Património e Restauro, pós-graduada em Reabilitação Urbana e também em Direito do Património Cultural.

As suas actividades profissionais, iniciadas em 1992, incluem investigação, docência e coordenação pedagógica, estudos, projectos e intervenções, nos domínios: História da Arquitectura e da Construção; História Social e Económica; História Urbana; Caracterização de Materiais; Patologia e Conservação de Monumentos e Edifícios Históricos.
É autora de onze livros e de cerca de 70 artigos científicos e comunicações técnico-científicas.​ Entre outros títulos, é autora de:

•Cais Real de Belém e Cais da Pedra no Terreiro do Paço. Planos de D. João V para a Marinha de Lisboa (MAZU PRESS, 2.ª ed. aumentada, 2019)

Plans pour la Rive de Lisbonne. Anciens Quais au Terreiro do Paço et à Belém (MAZU PRESS, 2017)

Plans for the Riverside of Lisbon. Ancient Quays at Terreiro do Paço and Belém (MAZU PRESS, 2017)

O Palácio Anjos e a Arquitectura de Veraneio em Algés (CMO, 2004)

•«O cais da Praça do Comércio e as suas colunas: transformação e valor patrimonial» (revista ROSSIO – Estudos de Lisboa, n.º 3, 2014, p. 128-143)

•«The environmental factors impact on the conservation of an historic marine quay – a baseline study» (Environmental Science and Pollution Research, 22(12), 2015, p. 9563-9569)

•«Characterization of Lime Mortars from an 18th Century River Tagus Quay (Lisbon, Portugal)» (Int. Journal of Conservation Science, 4 (special issue), 2013, p. 515-524)

 

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